Porto Velho: Em abril, Polícia Civil cumpre 57 mandados de prisão através da Polinter

A Polícia Civil em Porto Velho cumpriu 57 mandados de prisão em abril, através da Polinter (Delegacia Especializada Interestadual e de Capturas).

Os mandados de prisão executados tiveram diversos motivos. Prisões condenatórias definitivas, por evasão do sistema prisional e descumprimento de medidas alternativas, além das prisões cautelares (aquelas antes da condenação).

Foram recolhidas trinta e cinco pessoas estavam no meio social, sendo que quatro delas possuíam dois mandados de prisão.

Além disso, mais catorze pessoas já recolhidas em presídios tiveram outros mandados de prisão expedidos e destes, quatro internos possuíam dois mandados de prisão. O rápido cumprimento desses mandados evitou que fossem colocados em liberdade.

A rotina de cumprimento de mandados de prisão tem reflexo imediato no combate à criminalidade, evitando a ocorrência de novos delitos, e enfrentamento à impunidade, pela devida aplicação da lei.

 

Maio

 

Neste sentido as atividades de maio iniciaram imediatamente.

Nesta terça-feira, 03.05, a Polinter cumpriu três mandados de prisão.

Sebastião Luciano de Souza Uchôa foi localizado e recolhido por ter evadido da unidade prisional. Ele havia sido condenado por furto em processo derivado do IP 774/2005, cujo processo atual é 12248-54.2006.8.22.0501.

Por sua vez Enoque da Silva Rodrigues (que também usa o nome Enoque Rodrigues da Silva) estava evadido da Colônia Agrícola Penal Ênio Pinheiro, conforme declaração expedida pela unidade penitenciária.

Nascer Nohannad teve prisão cautelar expedida para assegurar a aplicação da lei penal. Ele é investigado no IP 425/SR/DF/RO e réu no processo 0019874-80.2013.8.22.0501 em relação à lei Antidrogas.

Já na quarta-feira, 04.05, a Polinter cumpriu mais dois mandados de prisão.

Laelson dos Santos Silva já estava condenado e evadiu do sistema prisional (regime aberto). Expedido o mandado de prisão no processo 53373-31.2008.8.22.0501 foi preso e recolhido. Sua pena de 3 anos se deve ao fato de infringir a Lei do Desarmamento, tendo sido investigado no IP 810/2006.

Antônio Marcio Ferreira Lima foi preso por ter sido condenado à 20 anos e 3 meses em regime fechado, no processo 46-46.2014.8.22.0701, em segredo de justiça.

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