Órgãos de segurança reforçam atuação com operação na zona Sul

Durante 20 horas ininterruptas, bairros da zona Sul de Porto Velho foram alvo da Operação Vigília, que mobilizou equipes de 17 órgãos públicos, incluindo as Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, sob coordenação da Gerência de Integração de Segurança Pública. Como resultado, 20 pessoas foram presas. O saldo foi considerado positivo pelo adjunto da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), delegado Luiz Roberto de Matos.

“Outras operações serão realizadas utilizando a mesma estratégia”, anunciou Matos.

O primeiro efeito da operação foi a redução da ocorrência de crimes na área onde as equipes atuaram intensivamente.

A Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) da zona Sul serviu de base para a Operação Vigília. De lá saíram as equipes às 5h da última quarta-feira (12) para se espalhar por locais escolhidos antecipadamente.

Também foi na Unisp que Luiz Roberto Matos fez a preleção orientando os membros das equipes.

ESTRATÉGIA

Os bairros da zona Sul, segundo o delegado, foram escolhidos após um levantamento feito pelos setores de inteligência da secretaria, levando-se em conta os índices de crimes, como furtos e roubos.

Além dos órgãos de segurança, participaram o Conselho Tutelar, Vigilância Sanitária, fiscais da Secretaria Municipal da Fazenda, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, uma equipe da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e outra da Lei Seca.

Cada equipe atuou em sua área. A Fazenda municipal, por exemplo, fiscalizou casas noturnas. Uma adolescente foi apreendida e entregue aos cuidados do  Conselho Tutelar. Coube aos fiscais municipais do Meio ambiente a abordagem nas balsas aportadas no rio Madeira para combater a exploração ilegal de minerais.

O patrulheiro Fábio Braz, coordenador do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária, explicou que a missão de sua equipe foi fiscalizar as saídas dos bairros para a BR-364. Nestas ações foram realizadas três prisões em flagrante e um veículo recuperado.

“Vamos tornar estas operações rotineiras”, revelou o secretário Luiz Roberto Matos. Os alvos, conforme ele, serão sempre pontos estratégicos onde a presença do poder público for mais necessária.

Fonte: Nonato Cruz – Secom

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